quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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POLÍTICA

Camargo cobra prorrogação do concurso da Polícia Civil

Deputado solicita convocação da segunda turma de aprovados e pede cronograma e estudos orçamentários ao Governo de Rondônia

Camargo cobra prorrogação do concurso da Polícia Civil
Delegado Rodrigo Camargo. Foto por Thyago Lorentz | Secom ALE/RO

O deputado estadual Delegado Camargo (Podemos) apresentou na Assembleia Legislativa a Indicação nº 17389/26, em que solicita ao Governo de Rondônia a prorrogação do concurso da Polícia Civil de 2022 e a convocação da segunda turma de aprovados. A medida, segundo o parlamentar, visa reforçar o efetivo diante do aumento da criminalidade e do sentimento de insegurança na população.

Na proposição, Camargo questiona diretamente o Poder Executivo sobre a existência de previsão oficial para prorrogar o certame e, se houver, qual seria o cronograma adotado. Ele também pede informações sobre estudos orçamentários mencionados anteriormente, solicitando à Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania que apresente os resultados desses levantamentos.

Entre os pedidos constam ainda esclarecimentos sobre planejamento financeiro para convocar a segunda turma de aprovados: se foi realizado estudo de impacto orçamentário, qual a estimativa de convocados e qual o prazo previsto para o início do curso de formação técnico-profissional.

O deputado requisitou, além disso, o custo total do curso de formação da primeira turma do concurso de 2022 e se esse treinamento contou com recursos de emendas parlamentares. Delegado Camargo sustenta que a prorrogação do concurso permitiria aproveitar candidatos já aprovados e evitar novos gastos com seleções públicas, acelerando a recomposição do quadro da Polícia Civil.

Segundo ele, a medida contribuiria para melhorar a capacidade de investigação, reduzir a sobrecarga dos profissionais na linha de frente e aumentar a presença do Estado no enfrentamento à violência. Como presidente da Comissão de Fiscalização e Controle, o parlamentar justificou a cobrança como parte do papel fiscalizador do Parlamento, ressaltando a competência da Assembleia para acompanhar atos do Executivo em temas de interesse público.

A indicação também pede transparência sobre os critérios que o Governo está considerando para eventual convocação de novos servidores.

Panorama, com informações de Extra de Rondônia.