Justiça Rápida é gratuita: TJRO alerta população sobre golpes
O TJRO reforça que possui um canal oficial de atendimento via WhatsApp pelo número (69) 3309-7190, identificado pelo selo azul de verificação na plataforma.
O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) emitiu um alerta à população que participa do programa Justiça Rápida sobre tentativas de golpe aplicadas por pessoas que se passam por integrantes do Poder Judiciário para pedir dinheiro, dados pessoais e outras informações. Segundo o TJRO, a iniciativa serve para facilitar o acesso da população à Justiça e todos os serviços prestados são totalmente gratuitos, o que significa que nenhum participante deve pagar para ser atendido, receber orientações, participar de audiências, buscar informações sobre processos ou dar andamento a procedimentos do programa.
Para não cair em fraudes, o Tribunal orienta a população a desconfiar de qualquer contato que peça transferências bancárias, pagamentos, depósitos, Pix ou cobranças em nome da instituição, de servidores, magistrados, conciliadores ou profissionais do atendimento. O órgão também destaca a necessidade de cuidado com o envio de dados pessoais, documentos, senhas, códigos de verificação e informações financeiras, mesmo que o interlocutor afirme conhecer detalhes sobre o caso em questão.
Como se proteger das abordagens fraudulentas
Diante de um contato suspeito, o TJRO recomenda não realizar pagamentos ou transferências solicitados em nome do Tribunal, não repassar senhas, dados bancários, informações pessoais ou códigos recebidos por SMS e aplicativos. A orientação inclui evitar cliques em links enviados por números desconhecidos ou não confirmados, além de redobrar a desconfiança em relação a mensagens que tentem criar sensação de urgência ou ameaças de prejuízo caso o pagamento não seja efetuado.
Canais oficiais exigem verificação antes de qualquer providência
O TJRO reforça que possui um canal oficial de atendimento via WhatsApp pelo número (69) 3309-7190, identificado pelo selo azul de verificação na plataforma. O Tribunal alerta que a exibição do nome, da logomarca ou de imagens da instituição em uma conversa não garante a veracidade do contato, sendo fundamental conferir o número utilizado e certificar-se de qualquer informação diretamente nos canais oficiais antes de tomar qualquer providência.
Com informações do Se Liga Cacoal.



